Etnomasoquismo

É a tendência a considerar com um senso de culpa e um senso de desvalor o próprio grupo étnico, o próprio povo.

Etnomasoquismo é similar a sentir vergonha de si mesmo e ao auto-ódio. É uma psicopatologia coletiva, ativada por um longo esforço propagandístico com a finalidade de gerar um senso fundamental de culpa sentido por europeus [ou brancos, em geral] em relação a outros povos, dos quais eles são considerados os ‘opressores’. É necessário, portanto, se arrepender e ‘pagar a dívida’. Esse esforço de arrependimento, uma verdadeira fraude histórica, tem sido comandado pelas Igrejas, bem como pelos Estados europeus [ou ocidentais, em geral].

O etnomasoquismo também é a base das medidas anti-natalistas que subrepticiamente objetivam limitar a reprodução de populações européias. Implicitamente então, ele pode ser ligado a uma forma de ‘auto-racismo’. Pode-se dizer que o homem europeu foi atingido por um pecado original, por uma mancha racial intrínseca: ele é culpado de ser o que é.

O etnomasoquismo provoca a defesa sistemática do cross-breeding (‘mestiçagem’) e do cosmopolitanismo. Curiosamente, ele nega aos europeus [e brancos, em geral] a idéia de identidade étnica, mas a garante aos outros. Os europeus possuem o dever de se diluírem, mas outros povos, africanos por exemplo, não. O etnomasoquismo é o contrapeso da xenofilia (o amor e superestimação do estrangeiro, do ‘outro’). Está relacionado ao etnosuicídio.

Na história o etnomasoquismo não é novo; tem sido o sintoma de povos cansados da vida, cansados de se perpetuarem; de povos envelhecidos que passam a tocha para outros. A elite européia [ou branca] está contaminada com essa doença coletiva. E essa doença explica a lassidão frente a colonização por migrantes e a idéia de que nós temos tanto um dever como uma necessidade de dar as boas-vindas aos novos ocupantes.”